Amazon Cloud Drive oferece 5 GB de graça na nuvem, com limitações para smartphone e tablet

Você já tem inúmeros lugares para guardar seus arquivos na nuvem: Dropbox, Google Drive, SkyDrive OneDrive, Box, entre outros. Que tal mais um? A Amazon lançou hoje o Cloud Drive no Brasil.

O serviço oferece 5 GB de espaço gratuito, e você pode acessá-lo através do navegador, de programas para Windows e Mac, e de apps para iOS e Android. (A Amazon disse em julho que um app para Windows Phone “se encaixaria bem em nossa estratégia”, mas ainda não o lançou.)

Por algum motivo, eu só consigo ver a interface web em inglês. Os apps estão disponíveis em português, mas com severas limitações.

Você tem algum documento guardado no Cloud Drive? Não queira acessá-lo no seu smartphone ou tablet: o app para iOS e Android só permite acessar suas fotos ou vídeos. E nem é possível fazer tarefas simples, como mover arquivos para outra pasta, ou ver a data de criação de um arquivo – isso só pode ser feito no computador, ou no site do Cloud Drive (que não possui versão mobile). É uma limitação muito grande para quem quer acessar arquivos de qualquer lugar.

Os apps ainda possuem upload automático de fotos e vídeos – assim como a concorrência – e podem enviar tudo para a nuvem a partir do seu smartphone ou tablet. Como sempre, você pode configurá-los para fazer upload apenas por Wi-Fi, ou desligar a função.

O maior diferencial do Cloud Drive, infelizmente, ainda não existe no Brasil. Se você comprar músicas em MP3 pela Amazon, elas são armazenadas na nuvem – e não consomem seu limite de 5GB. Também é possível enviar até 250 músicas de graça e ouvi-las por streaming com programas para computador, tablet, smartphone e até carros da Ford. Claro, nada disso está disponível por aqui.

O Cloud Drive foi lançado nos EUA em 2011, com 5 GB gratuitos e a opção de comprar mais espaço. Os planos vão de US$ 10/ano por 20 GB a US$ 500/ano por 1.000 GB.

Pouco a pouco, a Amazon vai trazendo seus serviços para o Brasil. Em novembro, estreou por aqui a Appstore, que oferece apps pagos de graça. No mês passado, ela começou a vender itens físicos sem usar intermediários (por enquanto, só Kindles). Mas ainda falta muita coisa, como os tablets Kindle Fire e o serviço de streaming de vídeo. Mesmo assim, parece que 2014 será o ano da Amazon no Brasil.

Fonte: Gizmodo

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